(Des)esperança

Essa coisa de esperar me desespera, me tira o ar. Eu perco meu rumo, em pensamentos, saio de mim por vários momentos. Vou pra longe, ou pra perto, entro em vários caminhos sem saber o certo. Saio de mim por alguns instantes, volto ao passado, e meu presente se torna distante. Meu futuro não consigo ver, é como se algo me impedisse de crescer. A realidade não me traz tanta felicidade. Sou o que eu quero ser para mim, para alguns sou um peso, e me incomodo por sentir assim. Talvez seja só sentir. Posso ser a salvação para todos os meus problemas, mas enquanto não houver solução, vou inventando esperanças para que continue batendo este meu coração.

Maíra Cintra

2 comentários:

♪ Sil disse...

Maira,

Sei bem como é essa sensação.

Mas te dou um conselho, de quem tem o dobro da sua idade:
Não perca a esperança nunca, mesmo como você disse, senão o coração para de bater, a alma de sonhar.

Linda reflexão! Uma fase que passa, acredite.

Um beijo!

por Carolzinha disse...

Owwn... Que linda a poesia!
E é bem assim mesmo. E a gente tem que inventar razões pro coração bater, se não perde a graça!

Tô te seguindo! Gostei do blog! :)